Mais um grande nome da chave principal de simples masculina confirma ausência em US Open. Depois do búlgaro Grigor Dimitrov, foi a vez do italiano Matteo Berrettini. Apesar de não viver um 2025 de alto nível, a presença do tenista é sempre uma atração.

Matteo Berrettini já foi número seis no Ranking da ATP em 2022 e semifinalista do próprio US Open em 2019. O italiano, porém, sofre de problemas físicos. O tenista de 29 anos não entra em quadra desde Wimbledon, quando perdeu para o polonês Kamil Majchrzak na primeira rodada.

O italiano alegou dores abdominais nas semanas seguintes e ficou de fora tanto da gira de saibro europeia (defendia título de ATP 250 em Gstaad) quanto da quadra dura pré US Open. Em 2025, Matteo Berrettini disputou apenas 24 partidas com 13 vitórias e 11 derrotas.

Em Grand Slam’s, além de Wimbledon, o tenista disputou somente Australian Open – queda na segunda rodada para o dinamarquês Holger Rune. O italiano foi ausência em Roland Garros com uma contusão no joelho direito.

Sem Berrettini, quem ganha oportunidade de forma direta na chave principal de US Open é o estadunidense Brandon Holt. Atual número 99 no Ranking ATP, o tenista de 27 anos estava fora do Top-100 no momento da inscrição ao Grand Slam. O italiano ocupa a 59ª posição no momento.

Cabe mais um brasileiro?

A entrada de Holt beneficia um brasileiro: João Lucas Reis da Silva. Aos 25 anos, o tenista é o terceiro na lista de espera para disputar o Qualifying. À frente, aparece o austríaco Flip Misolic, o holandês Jesper de Jong e o espanhol Carlos Taberner.

Brandon Holt receberia um convite da organização para entrar na chave principal de US Open. Como já garantiu a participação via Ranking com a ausência de Matteo Berrettini, o wild card será entregue a Elliot Spizziri, que estaria no Qualifying. O efeito dominó coloca João Lucas Reis da Silva mais próximo do primeiro Grand Slam da carreira.