O Brasil se despede da edição de 2025 da chave feminina em Roland Garros. As últimas esperanças de título estavam nas duplas, porém, as tarefas para continuar no torneio se comprovaram difíceis. Os duelos foram, simplesmente, contra as cabeças de chave número 1 e 2.

Bia Haddad Maia e a alemã Laura Siegmund enfrentaram as recém campeãs do Masters 1000 de Roma, Sara Errani e Jasmine Paolini. O duelo teve curiosos dez break points, mas acabou em dois sets. Parciais de 6×4 e 6×3 para as italianas cabeças de chave número 2.

Luisa Stefani e a húngara Timea Babos, então, jogaram contra a dupla do topo da chave. A estadunidense Taylor Townsend e a tcheca Katerina Siniakova. A recuperação no primeiro set, quando viu as adversárias sacarem para fechar com 6×5, deu ânimo, mas não trouxe a energia necessária.

As cabeças de chave número 1 mostraram porque merecem a posição. Conseguiram quebras de saque nos dois sets seguintes e não cederam uma sequer para a dupla da brasileira. A partida encerrou em (6)6×7, 6×3 e 6×4. Stefani e Babos vinham de título no WTA 500 de Estrasburgo.

A última esperança brasileira, de fato, é na chave de duplas masculinas. Ao lado de Ivan Dodig – campeão com Marcelo Melo do Roland Garros 2015 – Orlando Luz busca repetir o feito do compatriota. Na quarta-feira (04), a dupla enfrenta os cabeças de chave número 5 pegam o argentino Horacio Zeballos e o espanhol Marcel Granollers.

No confronto anterior, Luz e Dodig superaram uma dupla com outro brasileiro: Fernando Romboli e John Patrick Smith. As parciais foram de 4×6, 7×6(5) e 6×4.