O aniversário de 113 anos do Santos viveu altos e baixos nesta segunda-feira (14). O clube demitiu o treinador Pedro Caixinha, anunciou o acordo com a WTorre para construção da nova Vila Belmiro, recebeu negativas de Dorival Jr e Tite, e, para fechar o dia, se aproximou de Jorge Sampaoli.

De acordo com a reportagem do ge, o comandante argentino já participou de uma reunião com os dirigentes do Santos e espera um desfecho positivo. No último ano, aliás, Marcelo Teixeira tinha procurado Jorge Sampaoli para assumir o comando.

À época, o presidente do Santos demorou a avançar na negociação e o argentino fechou com o Rennes, da França. Por lá, Jorge Sampaoli durou apenas dez partidas: venceu três e perdeu as outras sete. Desde então, está pelo Rio de Janeiro.

O retorno

Seria a segunda passagem do técnico pelo Santos. Entre 2018 e 2019, Jorge Sampaoli esteve à beira do gramado e à frente de um elenco vice-campeão do Brasileirão. Luan Peres, Soteldo e Pituca faziam parte das escalações do Peixe com frequência durante os 65 jogos.

Sampaoli teve um retrospecto de 35 vitórias, 15 empates e 15 derrotas no Santos. A boa campanha na competição nacional não se repetiu nas Copas.

O Peixe foi eliminado pelo River Plate, do Uruguai, na primeira fase da Copa Sul-Americana; pelo Atlético Mineiro nas oitavas de final da Copa do Brasil; e pelo Corinthians na semifinal do Campeonato Paulista.

A demissão, por parte do argentino, foi em dezembro de 2019. O treinador tinha uma relação desgastada com o antigo presidente do Santos, José Carlos Peres e sabia da dificuldade para montar um elenco competitivo na temporada seguinte.