A paciência da diretoria do Santos com o técnico Pedro Caixinha se esgotou. Após um início decepcionante no Campeonato Brasileiro, com apenas um ponto conquistado em três rodadas, o técnico português foi demitido nesta segunda-feira (14).

A derrota por 1 a 0 para o Fluminense no Maracanã foi o estopim para a decisão. Com mais uma atuação apática, o Peixe viu o time carioca balançar as redes nos acréscimos do segundo tempo e saiu de campo com um gosto amargo.

Esse foi o sétimo revés de Caixinha no comando do Santos, desde que foi contratado no fim do ano passado. Em 17 jogos o treinador também acumulou outras seis vitórias e quatro empates. Apesar de alcançar às semifinais do Campeonato Paulista, o desempenho no Brasileirão e a falta de identidade em campo pesaram contra a permanência do técnico.

Com a saída de Caixinha, o Santos inicia a busca por um novo comandante. De acordo com informações obtidas pelo jornalista Lucas Musetti, do UOL Esportes, nomes como os de Tite e Dorival Júnior agradam, mas os treinadores avisaram a diretoria que não pretendem assumir nenhuma equipe no momento. O argentino Jorge Sampaoli, que fez um ótimo trabalho no Santos em 2019, também é outro que está em pauta, mas não possui o mesmo respaldo de membros da direção. O treinador aceitaria abrir negociações com o Peixe.

Enquanto o novo técnico não é anunciado, a equipe será comandada interinamente pelo auxiliar técnico César Sampaio. O próximo desafio do Santos será contra o Atlético-MG, na Vila Belmiro, nesta quarta-feira (16), às 21h30, em duelo válido pela quarta rodada do Brasileirão. A expectativa é de que o futuro treinador seja definido antes da partida, visando dar continuidade ao planejamento da temporada.