O técnico Jorge Jesus, atualmente no Al-Hilal, enfrenta um momento decisivo em sua carreira. Após a eliminação do clube saudita nas semifinais da Liga dos Campeões da Ásia para o Al-Ahli, a diretoria convocou uma reunião de emergência nesta quarta-feira (30) para discutir o futuro do treinador português. Caso haja consenso entre os dirigentes, o treinador poderá ser demitido devido à recente sequência de resultados negativos da equipe.
Paralelamente, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) voltou a considerar Jorge Jesus como o principal candidato para assumir o comando da Seleção Brasileira. Após o recuo de Carlo Ancelotti, que decidiu permanecer no Real Madrid, a CBF intensificou os contatos com o treinador português.
A possível saída de Jorge Jesus do Al-Hilal facilitaria a sua contratação pela CBF, uma vez que eliminaria a necessidade de negociação de rescisão contratual – algo que impediu o acerto com Ancelotti. Além disso, Jesus já manifestou interesse em comandar a Seleção Brasileira, o que poderia acelerar as tratativas.
Em 2020 o português chegou a afirmar ao jornalista Benjamin Back, no programa “Jogo Sagrado”, do canal Fox Sports, que seria gratificante treinar a seleção brasileira. No entanto acreditava que a CBF jamais contrataria um treinador estrangeiro.
“Qual treinador do mundo não aceitaria treinar a Seleção Brasileira? O Brasil tem um leque de jogadores, forma duas seleções, é o maior nível do mundo. E se não tem ganho, vai ganhar. Acho que não convidariam um treinador estrangeiro para comandar a Seleção Brasileira. Acho que nunca vai ter essa possibilidade. É difícil”, disse Jesus.