Por enquanto, os motores V10 continuam de fora da Fórmula 1. Em uma reunião realizada nesta semana em Bahrein, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e as equipes do campeonato decidiram que não haverá discussão sobre o retorno, pelo menos, até 2029.

O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, era um dos adeptos à volta dos motores V10, porém, a ideia não avançou entre as partes. O principal objetivo das equipes e da organização é ter sucesso com o novo regulamento, previsto para entrar em vigor no próximo ano.

O regulamento foi aprovado em 2022 e, em relação aos atuais motores V6, estipula o aumento no uso de energia elétrica nas unidades de até 50%, e 100% de combustíveis sustentáveis.

As novas regras deram espaço para a entrada de novos fornecedores na Fórmula 1. A Audi, por exemplo, comprou a Sauber e construirá uma equipe com motores próprios. Gabriel Bortoleto, ao que tudo indica, continuará como um dos pilotos – tem contrato.

Na RBR, a nova fornecedora das unidades de potência será a Ford. No campeonato, haverá mais uma participante. A Cadillac estará presente em 2026 com motores Ferrari, porém, espera ter o próprio motor a partir de 2028.

Confira a nota da FIA

“A FIA está firmemente comprometida com os regulamentos da Fórmula 1 de 2026. O departamento técnico da FIA, junto com várias partes interessadas, investiu muito tempo na elaboração dos regulamentos de 2026 sobre unidades de potência híbridas com combustível 100% sustentável.

Os regulamentos de 2026, que regem as unidades de potências e chassis, atraíram novas fornecedoras para o esporte, o que mostra que, para o ciclo de 2026, o caminho técnico correto foi escolhido”